A medida foi adotada após o senador tornar pública uma carta atribuída ao ex-presidente. No documento, Jair Bolsonaro o apresenta como seu representante e porta-voz na disputa presidencial
A decisão do ministro do STF aponta que o ex-parlamentar atuava sem mandato no direcionamento irregular de emendas da Saúde.
A medida tem como base investigações conduzidas pela Polícia Federal, que apuram a existência de um suposto esquema de peculato-desvio.
Presidente do STF afirmou que o país exercerá sua soberania e disse que criação de varas especializadas contra o crime organizado foi planejada antes das medidas adotadas.
Plenário considerou que medida é legitima e foi inserida no texto constitucional após debates e acordos entre partidos representativos de vários espectros políticos.
Esse processo chegou a ser distribuído ao ministro Alexandre de Moraes por ter relação com o inquérito que investiga a atuação de Eduardo nos EUA contra autoridades brasileiras.
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