As investigações tiveram início em março deste ano, após a advogada de um casal de proprietários do imóvel procurar a delegacia para denunciar o crime.
Investigações apontaram que o grupo utilizava sofisticadas técnicas de engenharia social para convencer vítimas a realizarem supostos investimentos em plataformas que simulavam operações legítimas no mercado financeiro.
Durante a fiscalização, os agentes encontraram diversos produtos sujeitos a controle especial sendo oferecidos sem a autorização exigida pelos órgãos competentes.
Conforme a Polícia Civil, foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante, e o homem foi encaminhado para audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.
As investigações começaram em maio de 2024, após denúncias de vítimas que afirmaram ter sido atraídas por promessas de alta rentabilidade.
Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o jovem sofreu uma reação anafilática, considerada a forma mais grave de alergia
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