O material que vale cerca de R$ 250 mil foi roubado na capital potiguar em março deste ano, em um bairro da Zona Sul.
Segundo o processo, Vanderley dos Santos contratou quatro apólices de seguro de vida e um mês depois, ele arrancou o próprio membro.
Gravações de áudio mostram policiais tratando a venda de entorpecentes como negócio e falando abertamente sobre dinheiro, apreensões desviadas e proteção a criminosos.
Logo após o crime, equipes da Polícia Militar foram acionadas e realizaram o isolamento da área para preservar a cena até a chegada dos peritos do Instituto de Criminalística (IC).
As investigações também identificaram a participação de outras pessoas que, segundo a polícia, teriam colaborado para a execução do plano criminoso.
Segundo investigadores, a partir dessa informação inicial, equipes especializadas passaram a monitorar a atuação dos suspeitos e reuniram provas ao longo de cerca de 15 meses.
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