Cerca de 190 mil pessoas vivem em áreas de risco geológico no Recife, muitas delas empurradas para esses locais devido à crise habitacional.
Milícias islamistas transformam o Sudão em campo de extermínio; civis são mortos, crianças morrem de fome e o mundo permanece em silêncio.
"Chegamos ao mundo apenas com o sopro da vida, sem títulos, heranças ou posses", escreveu o colunista.
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