Em nota, o gabinete do ministro classificou como "ilações" as citações ao nome do magistrado e afirmou não haver fundamento para alegação de suspeição no caso.
A operaação apura crimes contra o sistema financeiro, como gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução de repartição pública ao erro, fraude à fiscalização ou ao investidor.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
O relatório também afirma que as comorbidades apresentadas pelo ex-presidente não justificam, neste momento, a transferência para uma unidade hospitalar.
Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.
O procedimento foi aberto na última terça-feira (27) e pode resultar na demissão do filho do ex-presidente.
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