Segundo a investigação, a empresa teria sido utilizada para vultosas operações de dinheiro em espécie e para o recebimento de valores de terceiros.
Servidores da categoria estão sendo investigados por acessos ilegais a dados de ministros do STF e seus parentes.
Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
Em nota, o gabinete do ministro classificou como "ilações" as citações ao nome do magistrado e afirmou não haver fundamento para alegação de suspeição no caso.
A operaação apura crimes contra o sistema financeiro, como gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução de repartição pública ao erro, fraude à fiscalização ou ao investidor.
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