O grupo, segundo a investigação, realizava compras de mercadorias utilizando cartões de crédito. Depois que os pagamentos eram aprovados e os produtos retirados, os envolvidos promoviam alterações no sistema interno da empresa
Batizada de 'Operação Golpe de Fé', os responsáveis utilizavam a influência de um líder religioso para atrair fiéis interessados em investimentos
As apurações começaram a partir de apurações do Ministério Público de Alagoas (MPAL) sobre irregularidades identificadas no concurso para a Guarda Municipal de Rio Largo.
Nova etapa investiga suspeitas de fraudes em licenças ambientais, lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados ao setor de combustíveis.
Polícia cumpre 14 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em cidades do Agreste e investiga ramificações na Paraíba.
Segundo a investigação, documentos de movimentações financeiras registravam números de pessoas que morreram há mais de 20 anos.
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