Familiares afirmam que houve falhas na segurança do estabelecimento e classificaram a atuação do parque como "negligente". Segundo eles, não existiam sinalizações adequadas indicando a profundidade da piscina
Os especialistas destacaram que a existência das placas, por si só, não encerra a análise sobre as circunstâncias da tragédia.
O garoto morreu no sábado (25), depois de se afogar em uma piscina do Olinda Via Park, localizado no bairro de Sapucaia. A Polícia Civil está à frente da investigação.
A direção lamentou a morte da criança e informou que fechou temporariamente as portas ao público.
Para fortalecer essa rede de enfrentamento à violência, a prefeitura também vem ampliando o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam).
Segundo relatos da família, a área da piscina não possuía sinalização adequada para indicar a transição entre a parte rasa e a parte funda.
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