O garoto morreu no sábado (25), depois de se afogar em uma piscina do Olinda Via Park, localizado no bairro de Sapucaia. A Polícia Civil está à frente da investigação.
27 de julho de 2026 às 10:21 - Atualizado às 11:14
Criança morre afogada em parque aquático em Olinda Foto: Reprodução
A morte do menino Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, após um afogamento em um parque aquático de Olinda, provocou forte comoção entre familiares e amigos. Durante o sepultamento, realizado no domingo, 26 de julho, no Cemitério de Santo Amaro, no Recife, parentes afirmaram que o caso precisa ser investigado e apontaram possível negligência nas circunstâncias do acidente.
O garoto morreu no sábado (25), depois de se afogar em uma piscina do Olinda Via Park, localizado no bairro de Sapucaia. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar como ocorreu o afogamento.

Em entrevista à TV Globo, o tio-avô da criança, o comissário de polícia José da Silva, afirmou que os pais e os avós de Bryan ainda estão profundamente abalados e sem condições de comentar o caso. Segundo ele, a família pretende acompanhar de perto as investigações para esclarecer o que aconteceu.
"Vamos investigar porque houve negligência de alguém. Não podemos deixar esse caso sem resposta", declarou.
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O parente também defendeu que o parque deveria contar com salva-vidas para garantir a segurança dos frequentadores.
De acordo com testemunhas, Bryan foi encontrado desacordado dentro da piscina por uma frequentadora do parque, que retirou a criança da água. Em seguida, uma bombeira civil iniciou os primeiros socorros ainda no local. O menino foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu.
Familiares relataram que a piscina onde ocorreu o acidente não teria sinalização informando a profundidade nem restrições para o acesso de crianças, situação que também deverá ser analisada durante a investigação.
Em nota, o Olinda Via Park informou que lamenta profundamente o ocorrido e afirmou que os primeiros atendimentos foram prestados imediatamente após o acidente.
O empreendimento também anunciou a suspensão das atividades por tempo indeterminado e disse que está prestando apoio à família da vítima.
Segundo o parque, a administração mantém contato com os familiares para oferecer assistência e colabora integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.
A reportagem questionou o parque sobre a presença de salva-vidas no momento do acidente, o tempo de resposta no atendimento, a profundidade da piscina e a existência de regras de idade ou altura para utilização do espaço. Até a publicação desta matéria, esses esclarecimentos não haviam sido respondidos.
Durante o velório e o enterro, familiares lembraram Bryan como uma criança sorridente e muito querida por todos. Segundo o tio-avô, o menino vivia com a avó e costumava reunir a família com seu jeito alegre.
A investigação segue sob responsabilidade da 7ª Delegacia Seccional de Olinda, que busca esclarecer as circunstâncias do afogamento e verificar se houve eventual responsabilidade pelo ocorrido.
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