O ministro do STF classificou como "má-fé" críticas sobre a atuação de ministros da Corte.
O magistrado é pai do candidato envolvido no escândalo do "fura-fila" no concurso da Procuradoria-Geral da capital pernambucana.
O único critério temporal, previsto na própria Constituição Federal, é a comprovação de três anos de atividade jurídica.
A pena foi fixada em dois anos de reclusão, em regime inicial aberto, além do pagamento de dez dias-multa.
Alexandre Morais da Rosa recebeu diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1 já na vida adulta.
Segundo a Polícia Militar, o casal discutia desde a noite anterior, em meio a desentendimentos motivados por suspeitas de traição.
mais notícias
+
3
06:17, 13 Fev
24
°c
Fonte: OpenWeather