A discussão ocorre em meio ao avanço acelerado de tecnologias que já estão presentes em diferentes áreas da sociedade.
Criminosos utilizam tecnologias de "deepfake" de voz e imagem para enganar familiares e subtrair valores via Pix.
O assistente de inteligência artificial da rede tem sido utilizado por usuários para produzir conteúdos sintéticos a partir de imagens de pessoas reais sem o consentimento delas.
Tecnologia analisa exames e avisa se a pessoa corre risco de ter problemas graves mesmo sem sentir nada.
A ideia central é "tratar adultos como adultos", mas sem abrir brechas que permitam o acesso de adolescentes a conteúdos sensíveis.
A pressão vem principalmente da disputa entre o setor de eletrônicos de consumo e as big techs que constroem data centers para IA.
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