Ataque ocorreu dentro da casa da mulher e teria sido presenciado por criança de 6 anos.
A declaração foi feita durante participação da primeira-dama no programa Sem Censura, da TV Brasil, em um debate sobre violência contra a mulher.
A proposta busca a criação de um código específico para registrar esse tipo de morte, o que permitiria acompanhar o crime de forma padronizada nos sistemas de saúde.
O suspeito, identificado como Matheus Vinícius, em depoimento à Polícia Civil, classificou o crime como uma "burrice" e "besteira".
Juliana Santiago sofreu perfurações na região do tórax, incluindo ferimentos nos seios, e uma laceração no braço direito.
O crime foi denunciado à polícia por um motorista de aplicativo que havia sido acionado pela vítima momentos antes do assassinato.
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