O deputado afirmou também que o irmão poderia ter escolhido o caminho de "viver sua vida em paz", mas optou por aceitar o desafio de se candidatar à Presidência para enfrentar o "regime de exceção".
A medida se deu por conta faltas são referentes ao período em que o deputado já estava nos Estados Unidos, mas ainda não havia tirado licença não-remunerada de seu mandato.
O deputado federal se manifestou recentemente nas redes sociais, acusando o colega de sigla de articular um distanciamento do ex-presidente Bolsonaro.
Na manhã deste sábado, 15 de novembro, a ministra Cármen Lúcia votou a favor do Supremo receber a denúncia contra o deputado.
Com a decisão, o próximo passo será a abertura de uma ação penal contra o deputado federal.
Durante plenário virtual, o ministro-relator Alexandre de Moraes, foi o primeiro a votar e defendeu a abertura de ação penal contra o parlamentar.
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