No recurso, os advogados pedem que prevaleça o voto do ministro Luiz Fux, o que levaria à nulidade do processo ou à absolvição do ex-presidente.
O pedido dos advogados pretende evitar que o ex-chefe do Executivo seja levado para o presídio da Papuda, em Brasília.
O empresário Antônio Camilo Antunes, preso desde setembro por suspeita de envolvimento em um esquema de desvios do Instituto Nacional do Seguro Social.
A vítima, que estava grávida de quatro meses, havia desaparecido no dia 5 de novembro. O corpo foi encontrado na Zona Rural de Sanharó, no Agreste, na quarta (13).
Os indígenas protestavam com uma bandeira "Palestina livre" e contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial, na foz do Rio Amazonas.
De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas.
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