Em publicação nas redes socais, o decano no STF disse que a divulgação de diálogos do casal mostra que o Estado não cumpriu o "dever de guarda" e desrespeitou a legislação.
Empresário está preso em segurança máxima que não permite visitas sem monitoramento.
O ministro do STF ressaltou que a investigação não vai envolver a publicação de reportagens pela imprensa, que tem o sigilo da fonte garantido pela Constituição.
Dados extraídos do celular do banqueiro revelam que ele prestava contas ao ministro do STF sobre as negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito do inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.
O veto aparece em uma das trocas de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro.
Para manter o sigilo, tanto o bancário quanto o ministro escreviam textos em seus blocos de notas, capturavam a tela e enviavam as imagens com o recurso de visualização única.
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