Segundo testemunhas, os criminosos teriam como objetivo roubar um relógio de alto valor que o empresário usava no momento da abordagem.
Testemunhas relataram que o principal suspeito é o companheiro da mulher. Segundo os relatos, ele teria deixado o local logo após o crime.
Dois anos antes do crime, o suspeito teria invadido o quintal da família e assassinado o cachorro a tiros.
A militar foi encontrada carbonizada na última sexta-feira, 5 de dezembro, após um incêndio criminoso. De acordo com os exames periciais, ela foi morta a facadas.
O crime contra Maria Katyane Gomes da Silva, de 25 anos, ocorreu no dia 29 de novembro. Porém, o suspeito de 40 anos foi preso na terça, 9 de dezembro.
O processo vinha sendo tratado por promotores do Gaeco como um marco histórico no combate ao crime organizado no país.
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