De acordo com a família de Orlando Oliveira, os parentes pagavam R$ 1 mil pela internação do idoso na unidade que foi considerada insalubre e funcionava sem alvará.
Sandro Advogado tentou conversar com os responsáveis pela obra e informou que qualquer tipo de intervenção naquele ponto depende da liberação do DER.
O registro mostra um dos assaltantes dizendo a uma das vítimas, de 67 anos, que estava com dificuldades para tirar a aliança do dedo, que "daria um tiro" caso ela não entregasse.
Os corpos de Larissa Maria de Oliveira e da filha, Maria Fernanda Oliveira Gomes, foram encontrados abraçados, já sem vida, nos fundos de casa.
A Polícia informou que a ocorrência iniciou-se depois de um desentendimento entre um funcionário de um estabelecimento comercial e um morador vizinho, de 50 anos.
Após o ataque, que ocorreu em um bloco carnavalesco no bairro a Mustardinha, na Zona Oeste do Recife, Maria Luiza morreu depois de dar entrada na UPA dos Torrões.
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