As quebras abrangeram as movimentações no período de 20 a 21 de outubro de 2025. A solicitação foi pela Polícia Federal (PF) com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O juiz rejeitou os pedidos apresentados por Daniel Vorcaro, ex-controlador da instituição, que alegava que a medida poderia ser revertida no Brasil, especialmente em razão de questionamentos no TCU.
De acordo com o decano do STF, a prisão de Vorcaro e o impedimento da compra da instituição pelo Banco de Brasília (BRB) são evidências de que "as instituições estão funcionando".
Fala se deu em resposta à matéria da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, onde foi afirmado que o ministro se reuniu com Gabriel Galípolo para pressionar em favor do Banco Master.
De acordo com a reportagem, o ministro do STF realizou pelo menos três ligações telefônicas e se reuniu presencialmente com Galípolo em uma ocasião para tratar dos problemas enfrentados pela instituição financeira.
O contrato previa a prestação de serviços jurídicos de forma ampla, para diferentes demandas, conforme a necessidade da unidade bancária.
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