Líder religioso deixou a presidência da igreja e cargo na convenção e nova direção assume enquanto investigações seguem em andamento.
Os relatos apontam que os supostos abusos aconteceram em 2021, em residências do artista na República Dominicana e nas Bahamas, envolvendo agressões físicas e humilhações constantes.
Em comunicado, a organização afirmou que integrantes do governo tentam deslegitimar e intimidar a entidade com motivação política.
O ex-ministro deixou o governo em setembro do ano passado, depois que veio a público que a ONG Me Too Brasil havia recebido denúncias de assédio sexual contra ele.
Imagens em vídeo que circulam na internet mostram o momento em que um homem se aproximou da presidente e a tocou, tentando beijá-la no pescoço, sem o seu consentimento.
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