As investigações apontam que os alvos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens para se apresentar como crianças ou adolescentes.
Ações foram realizadas nos bairros da Imbiribeira e Jardim São Paulo para investigar armazenamento, divulgação e possível comercialização de material envolvendo violência sexual.
Todo o material recolhido será submetido a exames periciais especializados para verificar a existência de evidências relacionadas a crimes praticados
O principal ponto levantado pelos críticos da medida é a forma como o texto trata o atendimento de meninas menores de idade que engravidam após sofrer violência sexual.
Segundo a Polícia Civil, os crimes aconteciam há cerca de oito anos. A filha do suspeito, que atualmente tem 17 anos de idade, teria começado a sofrer violência quando ainda tinha nove anos
Segundo a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), as vítimas também teriam sofrido abusos sexuais e violência psicológica dentro da residência onde viviam.
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