Pessoa com gordura no fígado Foto: Divulgação / IA
A gordura no fígado, também chamada de esteatose hepática, já é considerada um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Antes mais comum em adultos acima dos 50 anos, a condição tem aparecido com frequência cada vez maior em jovens e até adolescentes, impulsionada por hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e obesidade.
Segundo dados do Ministério da Saúde e de entidades como a Sociedade Brasileira de Hepatologia, estima-se que mais de 30% da população brasileira possa ter algum grau de gordura no fígado, muitas vezes sem saber. Em estágios iniciais, a doença é silenciosa, mas pode evoluir para quadros graves como hepatite gordurosa, cirrose e até câncer hepático.
“A boa notícia é que a gordura no fígado pode ser revertida com mudanças no estilo de vida. Mas, se negligenciada, ela pode trazer sérias consequências”, alerta a médica hepatologista Dra. Lívia Moura, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Entre os principais vilões estão os alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, gordura trans e conservantes. Refrigerantes, fast food, doces, embutidos como salsicha e bacon e bebidas alcoólicas são altamente prejudiciais para quem tem gordura no fígado. Além disso, o sedentarismo é um fator que contribui diretamente para o acúmulo de gordura hepática.
Por outro lado, hábitos como alimentação equilibrada, com legumes, verduras, frutas com moderação e proteínas magras, além da prática de atividades físicas regulares, são os maiores aliados na prevenção e no tratamento.
A nutricionista Camila Freitas, especializada em doenças metabólicas, reforça: “Reduzir o consumo de açúcar e bebidas alcoólicas é essencial. Um cardápio simples e natural já pode fazer uma grande diferença na saúde do fígado.”
Para quem já recebeu o diagnóstico de gordura no fígado, é fundamental o acompanhamento médico e nutricional. Também é importante evitar a automedicação e o uso indiscriminado de suplementos, pois muitos deles podem ser tóxicos para o fígado.
Com diagnóstico precoce e disciplina, a reversão do quadro é possível — e, muitas vezes, sem necessidade de medicamentos. O segredo está em escolhas conscientes no dia a dia.
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