Ex-presidente Bolsonaro internado no hospital. Foto: Redes Sociais/Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou, no início da noite desta quarta-feira, 7 de janeiro, o hospital DF Star, em Brasília, após permanecer cerca de cinco horas no local para a realização de exames médicos. Os procedimentos foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Após a alta, Bolsonaro retornou à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena. O deslocamento e o esquema de segurança foram realizados pela própria PF, conforme determinação judicial.
Durante a permanência no hospital, o ex-presidente esteve acompanhado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Apoiadores também estiveram no local, assim como os deputados federais Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Bia Kicis (PL-DF), que prestaram apoio ao ex-mandatário.
Bolsonaro foi submetido a uma tomografia computadorizada do crânio, ressonância magnética e eletroencefalograma. Os exames foram solicitados após ele sofrer uma queda durante a madrugada de terça-feira, dentro da unidade da Polícia Federal.
Segundo a corporação, um relatório médico elaborado anteriormente apontava que o ex-presidente estava consciente, orientado e sem sinais de déficit neurológico. O documento indicava apenas lesões superficiais e leve desequilíbrio ao ficar em pé.
A autorização para a realização dos exames foi concedida após pedido da defesa, acompanhado da apresentação de laudos médicos ao STF. Inicialmente, o ministro Alexandre de Moraes avaliou que não havia necessidade de remoção imediata, mas liberou o deslocamento após o envio da documentação solicitada.
Jair Bolsonaro está preso desde o fim de novembro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses, imposta pelo STF por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta quarta-feira (7), a ida do ex-presidente Jair Bolsonaro ao hospital para realizar exames após sofrer uma queda nessa terça-feira (6).
Condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, ele está preso em uma cela na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília (DF).
Segundo os advogados de defesa de Bolsonaro, ele apresentou quadro clínico compatível com traumatismo craniano, síncope noturna associada à queda, crise convulsiva, oscilação de memória e um corte na têmpora.
Esse quadro, argumentou a defesa, exigiria a realização de exames como tomografia e ressonância magnética do crânio, além de um eletroencefalograma.
Na decisão, Moraes determinou que a Polícia Federal (PF) faça o transporte de Bolsonaro “de maneira discreta”, e que realize o desembarque pela garagem do hospital.
Além disso, a PF ficará responsável pela vigilância do ex-presidente durante os exames. Em seguida, ele deverá voltar à Superintendência da PF.
A queda de Bolsonaro foi reportada, inicialmente, por sua esposa, Michelle, ainda na terça-feira (6). Nas redes sociais, ela afirmou que o marido não estava bem.
“Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel”, disse.
No mesmo dia, a defesa do ex-presidente tentou a remoção dele para o hospital, mas Moraes negou. O ministro baseou sua decisão em uma avaliação da equipe médica da Polícia Federal, que constatou ferimentos leves e não viu necessidade de exames no hospital.
Os advogados, então, apresentaram os pedidos específicos de exames indicados por um médico particular de Bolsonaro. Esses pedidos foram citados por Moraes na decisão proferida hoje.
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