Unidade particular afastou profissional e abriu apuração interna; causa da morte ainda depende de laudo complementar e polícia investiga caso como homicídio.
23 de outubro de 2026 às 13:25 - Atualizado às 13:46
Familiares de Miguel Ângelo tinham expectativa de alta hospitalar após a criança tratar uma bronquiolite. Foto: Reprodução
Um bebê de quatro meses morreu no Hospital Memorial de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, após uma suposta falha na administração da alimentação. A família denuncia que o leite destinado à sonda teria sido conectado a um acesso venoso utilizado para medicamentos. A relação entre o procedimento e a morte ainda depende de confirmação pericial.
A criança, chamada Miguel Ângelo, estava internada para tratar uma bronquiolite. Segundo os familiares, ela apresentava melhora e havia expectativa de realização de exames para avaliar a possibilidade de alta.
O hospital informou que afastou a profissional envolvida e acionou sua equipe de segurança do paciente para apurar as circunstâncias da ocorrência. A instituição também declarou que está à disposição das autoridades.
Miguel havia recebido atendimento inicialmente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cruz de Rebouças, em Igarassu, após apresentar dificuldades respiratórias. Depois, foi transferido para a UTI pediátrica do Hospital Memorial de Goiana.
Durante a internação, o bebê recebia alimentação por sonda e também tinha um acesso venoso central para a administração de medicamentos. A denúncia dos familiares é de que uma profissional de enfermagem teria confundido as duas vias.
A tia da criança, Meire, que a acompanhava no hospital, contou à TV Jornal que havia se ausentado para ir ao banheiro. Ao perceber que o sobrinho começou a passar mal, ela afirmou ter alertado a equipe sobre uma possível conexão incorreta.
O pai, José Márcio, relatou que a profissional teria reconhecido o erro diante de uma médica. Ele também afirmou que a funcionária deixou a unidade antes do encerramento do plantão. Esses relatos integram a versão apresentada pela família e ainda precisam ser esclarecidos na apuração.
O caso foi registrado no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A causa oficial da morte aguarda um laudo complementar, com prazo informado de até 30 dias para conclusão.
O corpo passou pelo Instituto de Medicina Legal (IML) antes de ser liberado aos familiares. A investigação deverá esclarecer o procedimento realizado e se houve relação com o óbito.
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Segundo apuração de correspondente da GloboNews no Vaticano, tratamento busca prevenir a volta do câncer. O pontífice cancelou viagem a Assis.
Emrelis é indicado para pacientes com um subtipo específico de tumor pulmonar, enquanto Poherdy recebeu registro para tratar casos de câncer de mama metastático e inicial.
Vaticano informou que o tumor estava localizado e foi removido durante a operação. O pontífice segue em recuperação após receber alta hospitalar.
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