Pastor Marcelo Campelo e Centro de Convenções Belem da Assembleia de Deus Foto Montagem/Portal de Prefeitura
Pastor denuncia “profanação” após centro da Assembleia de Deus ser usado na COP30
O aluguel do Centro de Convenções Centenário da Assembleia de Deus, em Belém, para atividades culturais vinculadas à COP30 gerou forte repercussão entre membros da igreja. Após vídeos mostrarem o espaço com estandes temáticos e apresentações de dança, fiéis passaram a questionar o uso do local, construído com recursos da denominação, para um evento não religioso.
Um dos líderes que se manifestaram publicamente foi o pastor Marcelo Campelo, que publicou uma série de críticas nas redes sociais. Em suas postagens, o pastor classificou o uso do centro como uma “profanação”, mencionando que o ambiente considerado sagrado não deveria receber manifestações culturais daquele tipo. Para justificar sua preocupação, comparou a situação a relatos bíblicos de corrupção espiritual descritos no livro de Ezequiel.
Campelo reforçou a ideia de que “altar não é palco”, frase utilizada para defender que espaços dedicados ao culto deveriam manter exclusividade para atividades religiosas. O pastor também repercutiu relatos enviados por seguidores, incluindo comentários sobre consumo de bebida alcoólica e supostas práticas espirituais de outras tradições nos banheiros do local. Ele afirmou que essas situações contribuíram para o sentimento de indignação entre membros da igreja.
A circulação dos vídeos nas redes sociais ampliou o debate entre fiéis e frequentadores da Assembleia de Deus no Pará. Parte deles criticou o fato de a igreja estar realizando cultos em tendas provisórias enquanto o Centro de Convenções Centenário era utilizado por terceiros. Para esses grupos, a cena reforça a percepção de que o uso do espaço deveria obedecer a critérios mais restritivos.
A liderança da Assembleia de Deus no Pará ainda não divulgou uma nota oficial coletiva sobre o caso, mas pastores ligados à administração do centro já adiantaram, em declarações recentes, que o aluguel seguiu contrato formalizado e ocorreu dentro das práticas habituais da instituição. Eles também informaram que orientações foram repassadas aos organizadores do evento, mas nem todas teriam sido cumpridas.
O episódio segue em debate interno e deve voltar a ser tratado pela direção da igreja nos próximos dias, segundo lideranças locais.
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Segundo as denúncias, o pastor Jairo Fernandes, da Cruz da Manah, teria realizado transferências financeiras para mulheres da congregação com quem mantinha contato frequente.
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