O pastor Mark Burns, figura influente no núcleo evangélico de apoio a Trump, rebateu as críticas de que o monumento seria uma versão moderna da imagem citada no livro de Êxodo.
Pastor abençoa estátua gigante de Donald Trump e justifica: "Não é um bezerro de ouro" Foto: Reprodução
Na última quarta-feira, 6 de maio, o grupo “Pastors for Trump” inaugurou um monumento dourado de 6,7 metros de altura em homenagem ao presidente Donald Trump no resort Trump National Doral. A cerimônia, deu o que falar e resultou em acusações de idolatria pelo lado dos mais religiosos.
A estética da estátua de ouro atraiu comparações instantâneas com passagens bíblicas, forçando os organizadores a uma postura defensiva. O pastor Mark Burns, figura influente no núcleo evangélico de apoio a Trump, rebateu as críticas de que o monumento seria uma versão moderna do "bezerro de ouro" citado no Êxodo.
“Quero deixar claro: isto não é um bezerro de ouro. Esta estátua é uma celebração da vida, um símbolo de resiliência e força”, afirmou o pastor.
Diferente do catolicismo, que pratica a veneração de santos através de imagens, o protestantismo evangélico baseia sua rejeição a essa prática em uma interpretação rigorosa das Escrituras Sagradas.
O principal fundamento é o Segundo Mandamento (Êxodo 20:4-5), que proíbe expressamente a fabricação e a adoração de esculturas ou semelhanças de qualquer coisa no céu ou na terra.
Para os evangélicos, a mediação entre Deus e o homem é exclusiva de Jesus Cristo, tornando desnecessário o uso de objetos físicos para alcançar o sagrado. Eles acreditam que a fé deve ser direcionada apenas ao Deus invisível e onipresente, evitando o risco da idolatria, o ato de transferir a glória divina a uma criação humana.
Historicamente, a Reforma Protestante reforçou o conceito de Sola Scriptura, priorizando a Bíblia sobre tradições eclesiásticas. Assim, as igrejas evangélicas costumam apresentar ambientes austeros, focando na pregação da palavra e na adoração espiritual, rejeitando ícones para evitar distrações doutrinárias.
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A programação começou às 17h do último sábado, 13 de junho, e transformou o templo em um espaço de convivência para os membros da congregação.
Em uma publicação emocionante, a comunicadora falou sobre a importância da decisão e descreveu o ato como mais um passo em sua caminhada de fé.
Conhecido por sua trajetória na evangelização e na música católica, o sacerdote afirmou ter enfrentado um volume crescente de mensagens ofensivas vindas de usuários que discordavam de suas posições e declarações públicas
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