Papa Francisco segue internado. Foto: Divulgação
Em novembro de 2024, cinco meses antes de morrer, o Papa Francisco aprovou uma resolução para reformar os ritos funerários papais, tornando-os mais simples.
"O Papa Francisco pediu, como ele mesmo declarou em diversas ocasiões, para simplificar e adaptar alguns ritos de forma que a celebração das exéquias do bispo de Roma expressasse melhor a fé da Igreja em Cristo Ressuscitado. O rito renovado, ademais, deveria enfatizar ainda mais que o funeral do romano pontífice é o de um pastor e discípulo de Cristo e não de uma pessoa poderosa deste mundo", disse o me o mestre das Celebrações Litúrgicas dos Pontífices do Vaticano, arcebispo Diego Ravelli.
Além dessas mudanças, o Papa também retirou a obrigatoriedade de que os papas sejam enterrados em três caixões tradicionais: de chipre, chumbo e carvalho.
Antes, o corpo do Papa era transferido para a capela do Palácio Apostólico, onde o pontífice residia. No entanto, como o papa Francisco mora na residência da Casa Santa Marta, essa etapa foi eliminada.
A partir de agora, o corpo será sepultado em um único caixão de madeira, com interior de zinco, antes de ser transferido diretamente para a basílica.
O regulamento foi tornado público com os novos objetivos do papa Francisco de "simplificar e adaptar alguns ritos, para que o funeral do bispo de Roma reflita da melhor forma a fé da Igreja em Cristo Ressuscitado".
O Papa Francisco morreu nesta segunda-feira, 21, aos 88 anos, informou o Vaticano. Nascido em 17 de dezembro de 1936 em Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio sofria de uma doença pulmonar crônica que o vitimou.
A morte do Papa acontece um dia após o Domingo de Páscoa, quando ele fez uma breve aparição para abençoar as milhares de pessoas na Praça São Pedro, no Vaticano, o que provocou vivas e aplausos da multidão.
O pontífice continuava sua recuperação de um grave episódio de pneumonia bilateral.
Ele não celebrou a missa de Páscoa na praça, deixando a tarefa para o cardeal Angelo Comastri, o arcipreste aposentado da Basílica de São Pedro.
Aparições eram raras desde o retorno da hospitalização
Francisco só apareceu em público algumas vezes desde que retornou ao Vaticano, em 23 de março, após uma hospitalização de 38 dias.
Ele não participou das solenidades da Sexta-Feira Santa e do Sábado Santo, mas o folheto da missa e os planos litúrgicos publicados pelo Vaticano já adiantavam sua aparição no domingo.
Segundo o Vaticano, ao menos 35 mil pessoas participaram da missa no local, especialmente adornado com narcisos, tulipas e outras flores doadas pelos Países Baixos.
"Irmãos e irmãs, feliz Páscoa!", disse Francisco, no domingo.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
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