Papa Francisco e Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia a possibilidade de viajar a Roma para participar do funeral do Papa Francisco, que morreu nesta segunda-feira (21), no Vaticano. As informações são da CNN Brasil.
Ainda não foram divulgadas informações sobre data, horário e local da cerimônia, mas a CNN apurou que Lula faz questão de ir.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, desde o agravamento do estado de saúde do pontífice, quando ele ainda estava internado com crises respiratórias, Lula já mantinha sua agenda em estado de atenção para, se necessário, viajar para se despedir do argentino Jorge Mario Bergoglio, o primeiro latino-americano a liderar a Igreja Católica.
A última vez que Lula e o Papa estiveram juntos foi em junho do ano passado, em uma visita do presidente ao Vaticano, acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva.
Em uma reunião bilateral, o argentino e o brasileiro trataram de temas como a paz mundial, combate à fome e desigualdades.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, em fevereiro deste ano, de uma missa pela saúde do Papa Francisco. A cerimônia aconteceu na Capela Nossa Senhora da Conceição, localizada dentro do Palácio da Alvorada.
A primeira-dama, Janja da Silva, e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, também estiveram presentes.
No Instagram, o perfil Apostolado Cáritas destacou que Lula foi "o único presidente da República a reunir a alta cúpula do Governo Federal para rezar pelo Papa Francisco".
A celebração foi conduzida por três padres jesuítas e contou com a presença do cardeal e arcebispo emérito de Aparecida, Dom Raimundo Damasceno.
Durante a missa, Lula reforçou a importância do Papa Francisco como líder religioso e exemplo de dedicação ao bem comum.
Da redação do Portal com informações da CNN Brasil
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A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente.
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