Em sua análise, o religioso destacou elementos que, segundo ele, poderiam remeter a símbolos de outras religiões, como alusões a entidades como Zé Pelintra e Maria Padilha.
Música Gospel causa polêmica em mundo evangélico. (Fotos: Reprodução/ Redes Sociais)
O ministro do evangelho Leonardo comentou, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, em suas redes sociais, a repercussão da música “Auê (A Fé Ganhou)”, de Marco Telles & Coletivo Candiero, que viralizou nas últimas semanas e passou a ser tema de debates entre internautas e comunidades religiosas.
Lançada recentemente, a canção provocou reações negativas em setores do meio evangélico, após trechos da letra serem interpretados por parte do público cristão como possíveis referências à chamada “macumbaria”.
Pastores, cantores e teólogos têm se manifestado contrários ao conteúdo, apontando o que consideram sincretismo religioso e alusões a entidades como Zé Pelintra e Maria Padilha, vistas por esses grupos como incompatíveis com os princípios da fé cristã.
Durante a publicação, Leonardo leu partes da letra da música e analisou também a vestimenta do cantor, destacando elementos que, segundo ele, poderiam remeter a símbolos de outras religiões.
O posicionamento do ministro reforçou o debate que vem ganhando espaço nas redes sociais e no meio religioso sobre os limites entre expressão artística e crença religiosa.
Uma funcionária do Partido Liberal (PL) no Piauí, identificada como Denise Xavier, alega, através de um vídeo publicado nas redes sociais, que foi demitida da sigla por intolerância religiosa.
A Federação Umbandista do Brasil (Feubra) comunicou que "repudia com firmeza" os atos praticados contra a mulher, que atuava como secretária adjunta da legenda no estado.
"Em mensagens de WhatsApp, Denise foi chamada de ‘macumbeira’ de forma ofensiva e acusada, sem qualquer prova, de ter levado um despacho para a sede do partido. Também disseram que instalariam câmeras para verificar se ela estaria levando ‘terra de cemitério’ ao local — acusações preconceituosas e carregadas de estigmas contra religiões de matriz africana”, afirma a instituição.
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
Durante o evento, o religioso afirmou que os estudantes estão sendo "enganados pelos professores", recorrendo à narrativa do "marxismo cultural".
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