A Federação Umbandista do Brasil (Feubra) comunicou que "repudia com firmeza" os atos praticados contra a mulher, que atuava como secretária adjunta da legenda.
Mulher acusada de macumba e ela ao lado de Bolsonaro. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Uma funcionária do Partido Liberal (PL) no Piauí, identificada como Denise Xavier, alega, através de um vídeo publicado nas redes sociais, que foi demitida da sigla por intolerância religiosa. (veja vídeo abaixo)
A Federação Umbandista do Brasil (Feubra) comunicou que "repudia com firmeza" os atos praticados contra a mulher, que atuava como secretária adjunta da legenda no estado.
"Em mensagens de WhatsApp, Denise foi chamada de ‘macumbeira’ de forma ofensiva e acusada, sem qualquer prova, de ter levado um despacho para a sede do partido. Também disseram que instalariam câmeras para verificar se ela estaria levando ‘terra de cemitério’ ao local — acusações preconceituosas e carregadas de estigmas contra religiões de matriz africana”, afirma a instituição.
De acordo com a entidade, a “Umbanda é religião, merece respeito e proteção”. A Feubra também afirma que as condutas violam a Constituição e podem ser configuradas como intolerância religiosa.
Uma mulher de 38 anos foi agredida por um colega de trabalho com golpes de capacete em um condomínio residencial em Salvador, na Bahia. O caso aconteceu no último sábado, 8 de novembro, no bairro Itapuã e foi registrado por câmeras de segurança.
As imagens mostram a vítima e o agressor dentro da portaria do condomínio. O homem dá diversos golpes de capacete na cabeça da mulher, que tenta se proteger com os braços. A ação dura poucos segundos. Na sequência, ele pega os pertences e, antes de sair do local, dá um tapa na vítima.
De acordo com a Polícia Civil da Bahia (PCBA), a vítima informou que estava trabalhando na portaria do condomínio quando o suspeito, pilotando uma motocicleta, tentou entrar pela contramão. Segundo a polícia, as agressões aconteceram depois dele ter sido impedido pela mulher.
O caso foi denunciado à polícia e registrado como lesão corporal dolosa, quando há a intenção. O suspeito pelo crime de lesão corporal se apresentou nesta terça-feira, 11, na 12ª Delegacia da Polícia Civil de Salvador, onde foi ouvido e liberado.
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