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Líderes evangélicos fizeram chamado para ato pró-Bolsonaro, mas só Silas Malafaia compareceu

A mobilização foi coordenada pelo pastor Silas Malafaia, único entre os 11 líderes evangélicos que convocaram o protesto a marcar presença.

Fernanda Diniz

01 de julho de 2025 às 17:37   - Atualizado às 18:13

Bolsonaro e líderes religiosos.

Bolsonaro e líderes religiosos. Foto: Isac Nóbrega

No último domingo, 29 de julho, a Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de mais uma manifestação política em defesa dos presos pelos atos de 8 de janeiro.

A mobilização foi coordenada pelo pastor Silas Malafaia, único entre os 11 líderes evangélicos que convocaram o protesto a marcar presença no ato.

A manifestação foi precedida por um vídeo de convocação divulgado nas redes sociais, que reuniu nomes de destaque no meio evangélico, como o bispo Robson Rodovalho e os apóstolos Estevam Hernandes, César Augusto e Renê Terra Nova.

Na gravação, os líderes criticavam as condenações aplicadas aos envolvidos na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

“Não podemos admitir tantos inocentes sendo punidos”, afirmou Rodovalho no vídeo.

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Durante o protesto, Silas Malafaia discursou para os apoiadores e afirmou que a mobilização tinha o objetivo de unir fé e ação diante do que classificou como arbitrariedades.

“Convoco todos para tomarmos uma posição contra tanta injustiça”, declarou.

Também participaram da convocação virtual os pastores Abner Ferreira, Samuel Câmara, Téo Hayashi, Jorge Linhares e o apóstolo Ezequiel Teixeira. No entanto, nenhum deles compareceu ao protesto, que ocorreu no início da tarde.

A ausência dos demais líderes religiosos levantou questionamentos entre fiéis e internautas, especialmente diante da força simbólica da convocação que teve grande repercussão online.

Apesar disso, o ato foi realizado com apoio de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e movimentos conservadores, mantendo o tom crítico às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas aos réus do 8 de janeiro.

Deputada pernambucana participa de ato 

A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) marcou presença no domingo, 29 de junho, na manifestação “Justiça Já”, realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O ato reuniu milhares de brasileiros. Os manifestantes afirmam que o ato aconteceu em defesa da liberdade, democracia e contra a perseguição política.

A manifestação teve como principal pauta o caso do julgamento do ex-presidente Bolsonaro. Segundo a direita do país, o ex-presidente estaria enfrentamdo processos considerados de natureza política, sem o devido amparo legal e constitucional.

A deputada Clarissa Tércio destacou a mobilização popular e afirmou que, na sua avaliação, o país enfrenta ataques às liberdades individuais e à soberania popular.

“O povo brasileiro já entendeu o que está em jogo. Não é apenas o futuro de Bolsonaro, é o futuro da nossa liberdade, da nossa democracia, da nossa fé. Estamos aqui para dizer: o Brasil não se curvará à tirania”, afirmou a deputada.

Acompanhada da filha mais velha, Clara, a parlamentar ressaltou a luta por um Brasil melhor.

“Quero que minha filha cresça numa nação livre”, ressaltou Clarissa. 

A deputada também reforçou seu apoio irrestrito a Jair Bolsonaro, que, segundo ela, continua sendo uma liderança legítima da direita brasileira.

A mobilização contou com a presença de diversas lideranças políticas, representantes da sociedade civil e apoiadores vindos de todas as regiões do país

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