Silas Malafaia e Lula Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
O pastor Silas Malafaia usou suas redes sociais neste sábado, 21 de junho para criticar a tentativa do PT de aproximar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do público evangélico.
"Ministra Gleisi quer aproximar Lula dos evangélicos. Sabe quando isso vai acontecer? Nunca!", declarou o líder religioso.
Em sua publicação, Malafaia também argumentou que “a ideologia da esquerda é diametralmente oposta a dos evangélicos” e citou uma fala de Lula sobre a fé cristã.
"O próprio Lula disse do Foro de SP que eles combatem historicamente costumes, família e pátria, o que nós, evangélicos, defendemos historicamente. Fora outras questões que eu deixo para falar no período das eleições", afirmou.
O pastor finalizou a publicação criticando líderes religiosos que se alinham ao governo.
"O máximo que vocês [petistas] conseguem é meia dúzia de pastores esquerdopatas sem nenhuma expressão no mundo evangélico. Só kkkkk", concluiu.
A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) anunciou a abertura das inscrições para o curso “Fé e Democracia para a militância evangélica brasileira”, voltado a cristãos comprometidos com os valores da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
A formação tem como objetivo capacitar evangélicos e evangélicas para uma atuação política mais consciente e fundamentada em princípios do amor ao próximo, solidariedade e inclusão.
Com duração de um mês, o curso será realizado de forma 100% online e gratuita, com encontros semanais conduzidos por lideranças evangélicas experientes.
A proposta é estimular o diálogo entre fé, espiritualidade e cidadania, promovendo a reflexão crítica sobre o papel da igreja e dos fiéis na construção de uma sociedade mais justa e democrática.
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A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente.
Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
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