Papa Leão XIV e seu irmão, Louis Prevost. Foto: Reprodução/X.
O irmão mais velho do papa Leão XIV, Louis Prevost, de 74 anos, também enfrenta um câncer e está internado em um hospital na Flórida, nos Estados Unidos, para tratar a doença. A informação surge após o pontífice receber um diagnóstico de câncer de pulmão, confirmado nesta terça-feira, 13 de outubro, durante uma cirurgia.
Ainda não foram divulgados detalhes sobre o tipo de câncer diagnosticado em Louis ou sobre seu estado de saúde durante a internação.
O histórico familiar também inclui a morte dos pais dos irmãos Prevost, que enfrentaram a doença em diferentes momentos.
As informações foram relatadas por John Prevost, outro irmão do pontífice, em entrevista ao jornal norte-americano National Catholic Reporter.
De acordo com John, a mãe da família, Mildred, morreu em decorrência da doença. Inicialmente, os médicos haviam estimado uma expectativa de vida de aproximadamente seis meses.
Entretanto, após receber um medicamento experimental, ela sobreviveu por mais seis ou oito anos, segundo o relato do filho.
O pai dos irmãos Prevost também morreu de câncer, cerca de sete anos depois da esposa.
John não informou quais tipos da doença atingiram os pais. Apesar dos casos registrados na família, não há informações públicas que estabeleçam uma relação hereditária entre os diagnósticos.
Em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, Louis Prevost reconheceu que possui diferenças políticas com Leão XIV.
Ele declarou apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e citou a imigração como um dos assuntos sobre os quais os irmãos apresentam posições distintas.
Apesar das divergências, os dois mantêm contato. O terceiro irmão da família, John Prevost, mora em Chicago, nos Estados Unidos.
Leão XIV passou por uma operação para retirar o lobo inferior do pulmão direito, após exames identificarem uma alteração no órgão.
Segundo boletim médico divulgado pelo Vaticano, a suspeita de adenocarcinoma pulmonar foi confirmada durante o procedimento, realizado nesta terça-feira (13).
A cirurgia durou aproximadamente 90 minutos e foi concluída sem complicações. Após a intervenção, o pontífice despertou normalmente da anestesia e retornou ao quarto do hospital para recuperação.
O boletim foi assinado pelo médico Luigi Carbone e pelo professor Stefano Margaritora. Até o momento, a Santa Sé não divulgou informações adicionais sobre as próximas etapas do tratamento.
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O diagnóstico foi confirmado durante a operação, por meio de um exame histológico realizado pela equipe médica.
A programação comemorativa foi realizada entre os dias 8 e 12 deste mês, reunindo fiéis, devotos, comunidades e grupos pastorais em atividades religiosas.
O procedimento foi recomendado após médicos identificarem uma lesão em estágio inicial. A operação havia sido anunciada pelo pontífice no domingo, 11 de outubro.
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