Ministro do STF Andre Mendonça e pastores Foto: Reprodução/Reprodução Instagram
A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, publicou um pedido de orações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que também atua como pastor na instituição religiosa. A postagem no Instagram, realizada neste domingo (8/3), escreveu: “Estamos em oração pela vida do Reverendo André Mendonça. Ore conosco!”
O post rapidamente recebeu grande engajamento, somando mais de 136 mil curtidas, entre elas a da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A manifestação gerou repercussão nas redes e despertou atenção sobre o trabalho do ministro no STF.
André Mendonça é responsável por relatar processos de grande repercussão, incluindo casos envolvendo o Banco Master e o INSS, tornando sua atuação judicial foco de debates públicos e políticos.
Diante do cenário, a Polícia Judicial do STF procurou o gabinete do ministro para avaliar a necessidade e a viabilidade de estender o esquema de proteção à família de André Mendonça. O objetivo é garantir a segurança do magistrado e de seus familiares diante da visibilidade e sensibilidade de seus processos.
O episódio evidencia a interseção entre vida pública, segurança e engajamento social nas redes, além de reforçar a atenção das autoridades à proteção de membros do Judiciário em casos de alto impacto.
A Polícia Judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) consultou o gabinete do ministro André Mendonça para avaliar a necessidade e a viabilidade de estender o esquema de proteção do magistrado para sua família, incluindo esposa e filhos.
Atualmente, o esquema de segurança é focado exclusivamente no ministro, como ocorre com os demais integrantes da Corte. A nova proposta prevê que agentes acompanhem todos os deslocamentos de seus familiares, garantindo proteção integral.
Mendonça já utiliza colete à prova de balas em situações específicas, como durante pregações na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, onde atua como pastor. A extensão do esquema de segurança visa oferecer maior blindagem diante de sua atuação em processos de grande repercussão no STF.
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O momento acaba evoluindo para um princípio de confusão dentro do templo, com registros de cadeiras sendo reviradas na área do púlpito durante o tumulto.
Durante a discussão, alguns presentes passaram a gritar expressões religiosas, como "Sangue de Cristo tem poder".
Pela primeira vez em séculos, autoridades eclesiásticas foram impedidas de realizar a tradicional missa na Igreja do Santo Sepulcro, um dos locais mais sagrados do cristianismo.
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