A artista também compartilhou a reação de sua família ao resultado do procedimento, destacando a surpresa e o apoio que recebeu de apoiadores.
30 de dezembro de 2024 às 09:58 - Atualizado às 10:12
Jotta A iniciou sua trajetória artística como o cantor gospel, mas agora conhecido como cantora Ella. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Jotta A iniciou sua trajetória artística como o cantor gospel, mas agora conhecido como cantora Ella, o artista segue celebrando um marco importante em sua vida: a realização da cirurgia de redesignação sexual.
Conhecida nacionalmente desde criança por sua participação no programa Raul Gil, Ella, agora com 27 anos, revelou detalhes sobre a transformação em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, emocionando seguidores e inspirando outras pessoas com sua história.
Ella iniciou sua transição de gênero em 2022, dois anos após deixar o cenário gospel. Em fevereiro de 2023, ela oficializou seu nome e gênero no registro civil, adotando o nome Ella Viana de Holanda.
Desde então, a cantora tem usado sua plataforma para compartilhar as etapas de sua transição, desmistificando o processo e promovendo informações sobre a temática trans.
“É uma realização muito significativa para mim. Desde criança, eu não me reconhecia no corpo que tinha, mas só na fase adulta, com acompanhamento psicológico e psiquiátrico, pude entender melhor minha disforia de gênero. Hoje, me sinto finalmente conectada comigo mesma”, afirmou Ella no vídeo.
A cirurgia de redesignação sexual, realizada em uma clínica em Santa Catarina, representa, segundo a artista, a materialização de um sonho. Em seu depoimento, Ella destacou que a cirurgia foi um passo importante para sua identidade, mas também lembrou que não é uma necessidade para todas as pessoas trans.
“Nem todas as pessoas trans precisam ou desejam passar por essa cirurgia, mas para quem, como eu, tem disforia de gênero, é algo transformador”, explicou.
Ella também compartilhou a reação de sua família ao resultado da cirurgia, destacando a surpresa e o apoio que recebeu.
“Minha mãe e minha irmã ficaram surpresas, mas ao mesmo tempo emocionadas. É algo novo para muita gente, e acredito que quanto mais informação houver, menos tabu isso será.”
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