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Casal processa Tiago Brunet e pede R$ 2,7 milhões após investimento feito durante mentoria

Ação na Justiça do Paraná alega prejuízo de R$ 1,75 milhão após indicação de investimento; processo ainda aguarda julgamento.

Portal de Prefeitura

29 de julho de 2026 às 13:32   - Atualizado às 13:43

Tiago Brunet

Tiago Brunet Foto: The Music Journal

Um casal ingressou com uma ação na Justiça pedindo R$ 2.760.248,55 contra o empresário e escritor Tiago Brunet, o Instituto de Desenvolvimento Destiny, empresas ligadas ao grupo BTK e outras pessoas relacionadas a um investimento que, segundo os autores, teria causado prejuízos milionários.

O processo tramita na 2ª Vara Cível de Guarapuava, no Paraná, sob o número 0004714-15.2025.8.16.0031, e ainda não foi julgado.

Casal afirma ter investido R$ 1,75 milhão

Na ação, André Luis Escandura e Penélope Batista Escandura afirmam que participaram de uma mentoria promovida por Tiago Brunet por meio do Instituto Destiny.

Segundo o casal, durante o programa eles conheceram Kelvyn Samuel Baltokoski, apresentado como especialista em investimentos e ligado às empresas BTK.

Os autores relatam que realizaram três aportes financeiros que totalizaram R$ 1,75 milhão. Conforme a petição inicial, a proposta previa uma rentabilidade mensal de aproximadamente 20%, obtida por meio de operações de day trade.

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Posteriormente, segundo os autores, surgiram indícios de irregularidades na operação, levando ao ajuizamento da ação.

O que o casal pede à Justiça

Na ação, o casal solicita:

  • rescisão dos contratos firmados;
  • devolução dos valores investidos;
  • indenização por danos morais;
  • responsabilização solidária dos réus.

O valor atribuído ao processo é de R$ 2,76 milhões, quantia que representa o pedido formulado pelos autores e não uma indenização já reconhecida pela Justiça.

Por que Tiago Brunet foi incluído no processo

Os autores sustentam que Tiago Brunet teria apresentado ou validado a oportunidade de investimento durante a mentoria, além de alegarem que ele teria recebido comissões relacionadas ao negócio.

Essas alegações fazem parte da versão apresentada pelos autores da ação e ainda serão analisadas pela Justiça no decorrer do processo. Os fatos também poderão ser confrontados pelas defesas dos réus.

Justiça negou pedido de bloqueio de bens

No curso do processo, os autores solicitaram o bloqueio imediato de bens, veículos, imóveis, valores em contas bancárias e criptoativos dos réus.

Em decisão disponibilizada em julho de 2025, a magistrada responsável pelo caso negou a medida de urgência.

Segundo a decisão, não foram apresentados elementos suficientes que demonstrassem risco de dilapidação patrimonial por parte de Tiago Brunet ou do Instituto Destiny.

Em relação às empresas BTK, a juíza observou que já existiam medidas de bloqueio patrimonial determinadas em outro processo de natureza criminal.

Apesar da negativa, a ação prosseguiu normalmente, com o recebimento da petição inicial e a determinação para citação dos envolvidos.

Processo segue em tramitação

Os autos registram a apresentação de contestações ao longo de 2026 e novas movimentações processuais relacionadas à fase de instrução.

Após a manifestação das partes e eventual produção de provas, o processo seguirá para julgamento.

Até o momento, não há decisão de mérito sobre o caso, nem condenação contra Tiago Brunet, o Instituto Destiny ou os demais réus citados na ação. As alegações apresentadas pelo casal ainda serão analisadas pelo Poder Judiciário, garantindo-se o direito de defesa de todos os envolvidos.

Fonte: Fuxico Gospel. 

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