Candace explicou que nunca teve interesse em interpretar personagens que exigissem comportamentos ousados ou exposição do corpo como forma de conquistar fama.
Candace Cameron Bure. Foto: Reprodução/Redes sociais
A atriz cristã Candace Cameron Bure revelou os motivos pelos quais recusou diversos papéis em Hollywood durante a adolescência.
Candace explicou que nunca teve interesse em interpretar personagens que exigissem comportamentos ousados ou exposição do corpo como forma de conquistar fama.
“Eu nunca fui aquela menina que queria fazer coisas arriscadas ou usar minha sexualidade para me destacar. Minha moral sempre foi mais importante do que o sucesso. Meu caráter sempre valeu mais do que qualquer papel. Isso faz parte de quem eu sou — não porque eu tentava parecer a pessoa certinha, mas porque simplesmente não combinava comigo”, disse no podcast “Stay True”.
Com o passar do tempo, rejeitar projetos que não alinhavam com suas crenças passou a ser algo rotineiro para ela.
“Quando eu recebia um roteiro que ultrapassava meus limites, a decisão era fácil: ‘Não quero fazer isso’. E não era sacrifício; eu realmente não queria participar daquele tipo de cena.”
Principalmente quando envolviam cenas mais sensuais, alguns convites deixavam a atriz de “Full House” desconfortável.
“Houve momentos em que eu pensava: ‘Não vou fazer isso de jeito nenhum’. Talvez por vergonha, talvez por outros motivos, mas era muito fácil dizer não.”
Ver outras atrizes de sua geração seguirem caminhos diferentes fazia Candace questionar suas escolhas, embora ela admita que as pressões de Hollywood eram reais.
“Você vê as pessoas posando para revistas, fazendo fotos mais sensuais, recebendo muita atenção… e começa a se perguntar: ‘Será que eu deveria fazer isso também? Será que é assim que eu deveria mostrar que cresci?’”
O Pastor Isaac Silva, da Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), lançou um alerta direto: cristãos não podem se omitir da política. “Vamos apenas assistir à história ou decidir fazer parte dela?”, questiona, em vídeo que já repercute nas redes sociais. Para ele, a fé deve mover os crentes não apenas aos bancos das igrejas, mas também à arena pública, influenciando a sociedade com princípios bíblicos.
Segundo o pastor, a política não precisa ser suja para quem atua com retidão. “Quando homens e mulheres de fé se levantam, a sociedade é profundamente impactada e quase sempre transformada para melhor”, afirma. E ele não se limita a teorias: cita exemplos históricos concretos de cristãos que mudaram o mundo.
William Wilberforce, político britânico convertido ao cristianismo, poderia ter abandonado a vida pública, mas escolheu permanecer para combater o tráfico de escravos no Império Britânico. Já John Newton, ex-traficante de escravos e compositor do hino “Graça Maravilhosa”, tornou-se pastor e denunciou a escravidão com sua voz e ações.
Nos Estados Unidos, Martin Luther King Jr., pastor batista, desafiou leis injustas e ajudou a remodelar a constituição americana, mostrando que a fé pode guiar mudanças profundas mesmo diante da opressão. O pastor Isaac reforça: “A Bíblia diz: quando os justos governam, o povo se alegra; mas quando o ímpio domina, o povo sofre. E o Brasil está cheio de ímpios!”.
Ele conclui sua mensagem com um chamado provocativo e urgente: “Cristão, não fique de joelhos apenas dentro da igreja. Levante-se, entre na arena pública e faça diferença. Não é só no ano que vem, mas a partir de agora, cada eleição, cada decisão, cada ato importa para a glória de Cristo”.
O vídeo de Isaac Silva tem gerado debates nas redes sociais, inspirando fiéis a repensarem seu papel na política e questionando aqueles que acreditam que a fé não deve interferir na vida pública. Para ele, a omissão é cúmplice do caos.
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