Categoria informou que a comissão de negociação foi surpreendida com o cancelamento da mesa de forma unilateral pela gestão municipal e sem nenhuma justificativa.
21 de maio de 2025 às 23:28 - Atualizado às 23:34
SIMPERE ocupa sede da Prefeitura do RECIFE em cobrança a João Campos por reajuste salarial digno Foto: Divulgação/SIMPERE
Nesta quinta-feira (22), a partir das 9h, professoras e professores da rede municipal do Recife realizam nova assembleia no Pátio da Prefeitura. A categoria vai deliberar sobre os próximos encaminhamentos da mobilização após o cancelamento da mesa de negociação que estava agendada com a gestão municipal para a tarde desta quarta-feira (21).
A decisão de participar da reunião foi tomada coletivamente pela categoria, como parte da disposição permanente ao diálogo. No entanto, ao chegar à sede da Prefeitura para a reunião, a comissão de negociação do SIMPERE foi informada de que a mesa havia sido cancelada de forma unilateral. Em resposta, professoras e professores ocuparam o hall do prédio, como forma de protesto.
Desde abril, a categoria participou de seis rodadas de negociação, buscando o cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério de 2025, que estabelece um reajuste de 6,27%, com rebatimento na carreira. Também foram pautadas melhorias nas condições de trabalho e valorização dos profissionais da ativa e aposentados.
Na última proposta apresentada pela gestão João Campos (PSB), foi ofertado um reajuste total de 3% - dividido entre 1,5% retroativo a janeiro, 1% a partir de maio e 0,5% em outubro - além de um abono de 3,27%, não incorporado à carreira, referente ao período de janeiro a dezembro de 2025, sem data definida para pagamento.
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A decisão foi comunicada aos funcionários nesta terça-feira (4). Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento em que é comunicada uma reestruturação na unidade.
Segundo a governadora, a reunião reforçou a importância do diálogo entre os poderes e das instituições responsáveis pela condução do processo democrático
Durante a inspeção, os auditores identificaram uma série de problemas que, segundo o órgão, comprometiam as condições mínimas de dignidade, saúde, segurança e conforto exigidas pela legislação trabalhista
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