O sindicato considerou a proposta insuficiente da gestão João Campos, que ofereceu 1% de reajuste salarial, com acréscimo de 0,5% em forma de abono, além de R$ 1 de aumento no tíquete-alimentação.
Trabalhadores decretaram Greve no Recife. Foto: Montagem Portal/Reprodução
Os servidores públicos municipais do Recife decidiram manter a greve geral por tempo indeterminado. A informação foi confirmada nesta sexta-feira, 2 de abril, pelo Sindicato dos Servidores Municipais do Recife (Sindsepre), que representa a categoria.
O movimento grevista teve início na última quarta-feira (30).
A decisão de manter a paralisação ocorre após a categoria recusar a proposta apresentada pela Prefeitura do Recife, que ofereceu 1% de reajuste salarial, com acréscimo de 0,5% em forma de abono, além de R$ 1 de aumento no tíquete-alimentação. O sindicato considerou a proposta insuficiente, pois está abaixo da inflação acumulada.
O Sindsepre convocou duas novas assembleias. Na próxima segunda-feira (5), os servidores vão avaliar o cenário político e jurídico para decidir sobre a possível suspensão ou continuidade da greve.
Já na terça-feira (6), após reunião com a gestão municipal, será discutida e analisada a nova proposta que deverá ser apresentada pela prefeitura.
De acordo com o sindicato, a greve continua com a manutenção dos serviços essenciais e conta com a adesão de profissionais de áreas como educação, saúde, assistência social, segurança sanitária, agentes administrativos e limpeza urbana.
Em nota, a Secretaria de Administração do Recife afirmou que continua recebendo os representantes das categorias e que as negociações salariais seguem abertas.
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A decisão foi comunicada aos funcionários nesta terça-feira (4). Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento em que é comunicada uma reestruturação na unidade.
Segundo a governadora, a reunião reforçou a importância do diálogo entre os poderes e das instituições responsáveis pela condução do processo democrático
Durante a inspeção, os auditores identificaram uma série de problemas que, segundo o órgão, comprometiam as condições mínimas de dignidade, saúde, segurança e conforto exigidas pela legislação trabalhista
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