João Campos propõe reajuste de apenas 1,5% aos professores que rejeitam e querem 6,27%. Foto: Reprodução
Na manhã desta segunda-feira, 28 de abril, a Escola de Formação dos Educadores do Recife, localizada no bairro da Madalena, sediou uma nova mesa de negociação entre o Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) e a Prefeitura do Recife. Durante o encontro, o Simpere rejeitou a proposta de reajuste salarial apresentada pela gestão municipal, que prevê aumento de 1,5%, com elevação para 2,25% a partir de julho.
Enquanto a reunião ocorria, professores realizaram um protesto de uma hora em frente à escola, na Rua Real da Torre. O sindicato permanece em estado de greve desde o dia 10 de abril.
O Simpere reivindica o cumprimento imediato da Lei Federal que estabelece o Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério, que determina um reajuste de 6,27%. Segundo a coordenadora do sindicato, Jaqueline Dornelas, a proposta apresentada pela Prefeitura causou indignação entre a categoria.
Além da questão salarial, o sindicato também critica a proposta de reajuste de apenas R$ 1,00 no tíquete-alimentação para todos os servidores municipais. A entidade defende um reajuste que contemple todos os níveis de formação: graduação, especialização, mestrado e doutorado.
Uma nova rodada de negociações foi agendada para a próxima segunda-feira (5), às 15h, novamente na Escola de Formação dos Educadores do Recife. Já na terça-feira (6), a categoria realizará uma Assembleia Geral no Clube Português para avaliar as propostas e deliberar sobre a possibilidade de deflagração de greve.
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Entidade anunciou 38 centros de treinamento no Brasil para seleções em 2027, incluindo apenas um em território pernambucano.
Com a medida, servidores municipais terão um período prolongado de descanso, somado ao fim de semana.
O vereador lembrou que o Governo Federal exige que as gestões municipais realizem visitas para que o benefício seja renovado.
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