CFC Baby, colégio em que ocorreu agressão à bebê Foto: Reprodução
A família de uma criança de 1 ano e 2 meses que foi agredida dentro do berçário CFC Baby, do Colégio Fazer Crescer, no Recife, acusou a instituição de omissão. Segundo os familiares, a menina foi arranhada e mordida por outra criança de 2 anos, enquanto ambas estavam sozinhas e sem supervisão. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como lesão corporal.
Em um pronunciamento divulgado nesta segunda-feira, 30 de setembro, a família afirmou que tomará "todos os expedientes jurídicos para responsabilizar a escola". As agressões ocorreram na quarta-feira (25), durante o "soninho da manhã".
A família denunciou a omissão e negligência do CFC Baby, alegando que a escola não providenciou socorro médico imediato. Eles relataram que:
A Polícia Civil iniciou as investigações após o registro do caso na Delegacia de Crimes contra Criança e Adolescente, e afirmou que o caso segue em andamento.
Quanto à posição do colégio, o CFC Baby lamentou o incidente em nota enviada na última sexta-feira (27), destacando que:
Até a última atualização, a assessoria do CFC Baby não havia respondido às solicitações de comentários sobre as acusações da família.
Ao G1, a assessoria do CFC Baby disse que a criança de 2 anos agrediu a vítima mais nova com mordidas e arranhões no berçário onde estavam dormindo.
"A equipe agiu para remediar a situação, realizar os devidos cuidados e chamar a mãe. O CFC Baby lamenta profundamente o ocorrido, está dando apoio às famílias e prestando os devidos esclarecimentos. O berçário também reavaliou suas práticas, rotinas e protocolos para elevar ainda mais os níveis de monitoramento e segurança das crianças", declarou o colégio.
O comunicado assinado pela direção do CFC Baby explicou por que não se manifestou imediatamente após o incidente.
"No intuito de proteger a imagem, tanto presente quanto futura, das crianças, decidimos não divulgar o caso de imediato. No entanto, em nome da transparência, consideramos necessário este esclarecimento", afirmaram no texto, ressaltando que "fizemos todos os esforços para remediar a situação, oferecendo carinho e cuidado às crianças, além de apoio às famílias".
Em nota a Polícia Civil, informou que o caso foi registrado na Delegacia de Crimes Contra Criança e Adolescente.
"As investigações foram iniciadas e continuam em andamento até que o caso seja completamente esclarecido".
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