Vigilante assassinada em Olinda. Foto: Divulgação
Uma vigilante foi morta a tiros dentro de sua residência no bairro de Ouro Preto, em Olinda, na noite da última quarta-feira, 20 de novembro. A vítima, identificada como Ana Carla Maria Nascimento de Lira, de 31 anos, foi surpreendida por dois homens encapuzados que a chamaram na porta de sua casa.
De acordo com informações da Polícia Civil de Pernambuco, Ana Carla estava dormindo quando foi acordada pelo chamado. Ao sair para atender, percebeu que os homens estavam armados e tentou correr de volta para dentro da casa. No entanto, enquanto subia as escadas em direção ao quarto, foi alvejada por disparos. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A polícia instaurou um inquérito para investigar o crime e identificar os responsáveis. A dinâmica dos fatos sugere uma execução planejada, mas as motivações ainda estão sendo apuradas. A corporação informou que os suspeitos fugiram logo após o crime e ainda não foram localizados.
Familiares da vítima relataram que Ana Carla havia se mudado para o imóvel há cerca de uma semana, após o término de um relacionamento. Além disso, mencionaram que ela era usuária de drogas.
Um policial militar aposentado foi brutalmente assassinado na manhã de quinta-feira (21), na Avenida Norte, um dos principais corredores viários da zona norte do Recife. A vítima, identificada como Marcos Antônio de Barros, tinha 60 anos e continuava a atuar na Secretaria de Defesa Social (SDS), integrando a Guarda Patrimonial, mesmo após sua aposentadoria.
O crime ocorreu por volta das 5h, nas proximidades do Terminal Integrado da Macaxeira, movimentado ponto de transporte público na região. Testemunhas relataram que o policial estava em uma motocicleta quando foi alvejado. Ele chegou a ser socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Caxangá, localizada na zona oeste da capital pernambucana, mas não resistiu aos ferimentos.
Até o momento, a motivação e a identidade dos autores não foram esclarecidas, e o caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Policiais civis já iniciaram a coleta de depoimentos e a análise de imagens de câmeras de segurança na área, na tentativa de reconstruir os acontecimentos e identificar os responsáveis pelo ataque.
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Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Quando o recurso do pagamento for próprio do município será até 30 dias úteis e quando da União ou Estado pode chegar até 60 dias úteis.
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