Professores do Cabo fecham a BR-101 em protesto Fotos: Portal de Prefeitura e Reprodução/ Redes Sociais
Os professores do Cabo de Santo Agostinho fecharam a BR-101 durante um protesto na manhã desta quarta-feira, 23 de abril (assista o vídeo abaixo).
A paralisação nacional da educação cobra mais investimentos na educação pública e melhores condições de trabalho. No Cabo, a categoria também denuncia uma defasagem salarial de mais de 40% .
O Sindicato dos Professores (SINPC) e a categoria aprovaram a pauta de reivindicações no dia 18 de fevereiro, em assembleia geral extraordinária, que aborda bandeiras pedagógicas — em defesa da educação — e econômicas, de valorização profissional.
Segundo a categoria, após meses de pressão, a prefeitura se comprometeu a iniciar os diálogos, mas ainda não apresentou nenhuma proposta concreta de valorização profissional e nem tampouco um cronograma de discussão das demais pautas de interesse da categoria.
Diante do entrave nas negociações, os professores prometem endurecer as manifestações até ser atendida e garantir seus direitos.
“Nós, professores do Cabo de Santo Agostinho, estamos há três anos sem reajuste. A nossa categoria enfrenta uma difícil realidade nas escolas diariamente, além de uma defasagem salarial de mais de 40%. Por isso, a categoria aprovou, em assembleia, aderir à paralisação nacional da educação e realizar o ato na cidade”, afirmou o presidente do SINPC, Rodrigo Dantas.
Lutar pelo reajuste salarial de 6,27% referente ao ano de 2025, com retroativo de janeiro;
Reivindicar o plano de pagamento dos reajustes devidos de 16% de 2022 e dos 15% de 2023;
Lutar pela correção do bônus do dia do professor sendo reajustado anualmente para um salário mínimo, conforme outros municípios;
Reivindicar a correção da tabela de progressão vertical e a criação de um Projeto de Lei pelo reconhecimento da progressão vertical e horizontal;
Lutar pelo ressarcimento dos descontos indevidos pela participação em assembleias e atos ocorridos no ano de 2023;
Cobrar o pagamento dos retroativos das mudanças de faixa e de nível no último ano;
Lutar pela redução do período da mudança de faixa para 2 anos e que seja realizada de forma automática;
Reivindicar pela implementação do vale-alimentação em pecúnia.
Lutar pela imediata convocação dos professores do cadastro de reserva do concurso de 2019;
Reivindicar mais salas de AEE e a contratação de professores de apoio especializados;
Cobrar a climatização das salas de aula e adquirir mais equipamentos de multimídia;
Propor a democratização da avaliação de desempenho;
Pautar o quantitativo de alunos em sala de aula;
Lutar pela reformulação da carga horária dos professores de escola integral para o máximo de 26 horas/aulas semanais, como ocorre na rede estadual;
Lutar pela reformulação do decreto das escolas de tempo integral;
Propor a revisão das atribuições dos supervisores no estatuto do magistério, garantindo a gratificação, realizando uma nova seleção e a mudança do nome “supervisor” para “coordenador”;
Criar um grupo de trabalho para propor uma atualização do estatuto do magistério;
Reivindicar a contratação de psicopedagogos nas escolas;
Reivindicar a criação de uma plataforma virtual para formação continuada dos professores.
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