Segundo o jornalista, o prefeito do Cabo será julgado pelo desvio de R$ 92 milhões do Caboprev, o instituto de aposentadoria dos funcionários do município.
Lula Cabral. Foto: Portal de Prefeitura
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), deve julgar ainda neste mês de novembro o processo que pode cassar e tornar inelegível por oito anos o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral (Solidariedade). As informações são do jornalista Ricardo Antunes.
Segundo o comunicador, o gestor municipal será julgado pelo desvio de R$ 92 milhões do Caboprev, o instituto de aposentadoria dos funcionários do município.
Antunes revelou que com 120 páginas, o parecer do Ministério Público Federal propôs ao TRF a cassação e a inelegibilidade de Lula Cabral por corrupção ativa, gestão fraudulenta e organização criminosa. Em 2018, o politico chegou a ficar quase quatro meses preso, após ser alvo da Polícia Federal na Operação Abismo.
Fonte: Blog de Ricardo Antunes
O clima esquentou na Câmara Municipal do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, após a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o uso de diárias pela atual gestão do Caboprev (Instituto de Previdência dos Servidores do Município).
Segundo vereadores de oposição, a investigação não passa de uma manobra política articulada pelo prefeito Lula Cabral (Solidariedade) para retomar o controle da autarquia e impedir o avanço da responsabilização pelo desvio de R$ 92,5 milhões ocorrido em sua gestão anterior.
Na sessão do dia 16 de setembro, o vereador Ricardinho (Rede) foi enfático ao afirmar que a CPI tem como verdadeiro objetivo afastar o atual presidente do Caboprev, Albérico Rodrigues, servidor de carreira e responsável por conduzir uma gestão considerada técnica e independente.
“A intenção é afastar Albérico e, com isso, tirar do caminho o escritório de advocacia que foi contratado legalmente para ajudar na recuperação do dinheiro desviado do Caboprev. Essa é a verdade que o prefeito quer esconder”, disparou Ricardinho.
O vereador lembrou que o escândalo da Caboprev foi um dos maiores já registrados em previdências municipais no país.
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O encontro será realizado no dia 21 de maio de 2026, às 9h, na Câmara Municipal do Cabo de Santo Agostinho, e será presidido pela promotora de Justiça Evânia Pereira.
Ambas as cidades ultrapassaram a barreira dos 90 mm de água, uma grande quantidade para um curto intervalo de tempo.
A análise é feita a partir de amostras coletadas e leva em conta a presença de coliformes na água um indicativo de contaminação, geralmente ligada a esgoto ou poluição.
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