Vereadora Carla da Pizzaria é presa. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
A Polícia Civil prendeu, na última sexta-feira, 3 de julho, a vereadora Carla Nicolau de Oliveira Ferreira, conhecida como Carla da Pizzaria (Cidadania-MG), suspeita de ser a mandante do assassinato do fiscal de obras Claudinei Pereira Nunes.
A prisão foi realizada na residência da parlamentar, no município de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A ação integra a segunda fase da Operação Juiz Paralelo, que investiga uma organização criminosa envolvida em homicídios e tráfico de drogas em Minas Gerais. Segundo a Polícia Civil, a primeira etapa da operação já havia identificado e prendido os executores do crime.
As investigações apontam que o grupo criminoso mantinha um suposto "tribunal do crime" para julgar e executar pessoas que contrariavam seus interesses.
Além da vereadora, outras três pessoas apontadas como lideranças e responsáveis pelo planejamento das ações criminosas também foram presas durante a operação.
Claudinei Pereira Nunes foi assassinado em dezembro de 2025, no bairro Quintas São José. Na ocasião, o servidor público, de 40 anos, dirigia um veículo com a esposa e os três filhos quando foi surpreendido por criminosos e atingido por diversos disparos de arma de fogo. Apesar do ataque, os familiares não ficaram feridos.
Na época do crime, parentes da vítima informaram que Claudinei vinha sofrendo ameaças constantes e enfrentava desavenças relacionadas ao exercício de suas funções como fiscal de obras da prefeitura.
Até o momento, a defesa da vereadora não havia se manifestado sobre as acusações.
Uma nova e audaciosa estratégia de intimidação tem sido adotada por grupos criminosos na Região Metropolitana de Fortaleza.
Traficantes passaram a utilizar imagens de personagens da cultura pop, que vão desde ícones de filmes de terror até figuras clássicas da televisão, para marcar suas embalagens de entorpecentes, acompanhadas de bilhetes com ameaças diretas aos compradores que atrasam pagamentos.
Em Caucaia, um pacote de maconha foi apreendido contendo uma imagem de Jason Voorhees, o famoso assassino da franquia Sexta-Feira 13. Abaixo da figura, um aviso intimidador deixava claro o recado do "Tribunal do Crime": "Lembre-se: maconha não mata, o que mata é não pagar o traficante".
Para as autoridades, o uso desses ícones, somado aos textos ameaçadores, não é uma mera "marca" dos fornecedores, mas uma ferramenta deliberada de controle social e terror psicológico.
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Um terceiro homem, apontado nas informações iniciais como autor dos disparos, também morreu no local após uma troca de tiros.
Marcellis Blackwell cometeu os crimes enquanto trabalhava como agente no Missouri (EUA); o acusado declarou que parte das vítimas estava imobilizada sob sua custódia.
Durante patrulhamento pela região, os agentes foram acionados para prestar auxílio a uma gestante que estava em trabalho de parto na Comunidade do Caranguejo
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