Alguns meses atrás, enquanto removia pichações atribuídas a facções criminosas, o parlamentar declarou ser alvo de uma tentativa de intimidação com tiros nas proximidades.
16 de junho de 2026 às 11:27 - Atualizado às 11:28
Cabo Deyvison. Foto: Reprodução/Redes sociais
O vereador Cabo Deyvison (PL) foi alvo de um atentado na noite desta segunda-feira, 15 de junho, em Mossoró, no Rio Grande do Norte.
O parlamentar foi baleado enquanto realizava uma live em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel. O assessor que o acompanhava, Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu.

Alguns meses atrás, enquanto removia pichações atribuídas por ele a facções criminosas, em muros da cidade, Cabo Deyvison declarou ser alvo de uma tentativa de intimidação quando suspeitos passaram pelo local efetuando disparos.
De acordo com as informações apuradas pelas autoridades, o ataque aconteceu pouco antes das 22h. O parlamentar estava no local acompanhando uma mulher que buscava atendimento médico para uma criança ferida após ser mordida por um cachorro. Durante a transmissão, ocupantes de um veículo passaram pela área e efetuaram vários disparos em direção a eles.
O assessor, que fazia a filmagem da live, foi atingido e chegou a ser socorrido no local, mas morreu após dar entrada em uma unidade hospitalar. Já o vereador sofreu ferimentos nas pernas, recebeu atendimento inicial na própria UPA e depois foi encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia.
Em comunicado divulgado nas redes sociais, a equipe de Cabo Deyvison informou que o estado de saúde do parlamentar é estável e manifestou solidariedade à família do assessor.
Em uma nota divulgada após o crime, a assessoria do vereador pediu orações pela recuperação dele e se solidarizou com a família de Allyson Diego.
As investigações estão sendo conduzidas pela Polícia Civil, que trabalha com a hipótese de que o vereador era o principal alvo da ação criminosa. Entre as linhas apuradas está uma possível relação entre o atentado e denúncias recentes feitas pelo parlamentar envolvendo a atuação de grupos criminosos na cidade.
Pouco tempo após o ataque, policiais localizaram um carro abandonado que pode ter sido utilizado pelos suspeitos. O veículo foi recolhido para perícia. No local do crime também foi encontrado um carregador de munição calibre 5.56, normalmente utilizado em armamentos de uso restrito.
O delegado responsável pelo caso classificou o episódio como extremamente grave, destacando que os disparos ocorreram em frente a uma unidade de saúde e colocaram em risco pacientes, acompanhantes e profissionais que estavam no local.
A Polícia Militar isolou a área para o trabalho pericial, enquanto equipes da Polícia Civil seguem em busca dos autores e da motivação do atentado. Até o momento, ninguém foi preso.
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Segundo as informações divulgadas, os diálogos mostram que Lulinha e Roberta tratavam de negócios e de articulações junto a integrantes do governo.
Ziane Martins correu gritando atrás do suspeito mas não conseguiu alcançá-lo. Nas redes sociais ela desabafou sobre a frustração de ter ficado sem o aparelho, que é seu material de trabalho.
Uma equipe foi acionada para atender à ocorrência e, ao chegar ao local, encontrou o corpo de um homem próximo a uma motocicleta.
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