Sargento se descontrola, atira cinco vezes em buldogue após latido e entra em briga com tutor Foto: Reprodução
Um cãozinho da raça buldogue francês foi alvo de um sargento da Polícia Militar que passava pela Avenida Barão Homem de Melo, no bairro Nova Granada, na região Oeste de Belo Horizonte, na última segunda-feira, 15 de junho. Após o animal latir, o suspeito, que ainda não foi identificado, efetuou cinco disparos contra o cachorro.
Nas imagens registradas pelo sistema de vigilância de um dos prédios da rua, é possível ver o momento em que o cão, que se chama Bruce, late para o pedestre. Em seguida, o homem saca a arma e atira contra o animal.
Na sequência do vídeo, o tutor do buldogue aparece e tenta defendê-lo, entrando em luta corporal com o atirador. Apesar da briga, o agressor continuou tentando acertar Bruce.
O cãozinho foi socorrido e levado a uma clínica veterinária. O estabelecimento informou que, após passar por uma cirurgia, o estado de saúde do animal é estável e ele não corre risco de morrer.
“Na ocasião, a perícia oficial compareceu ao local para identificar, recolher e analisar vestígios que possam subsidiar as investigações. Foram arrecadadas cinco cápsulas deflagradas, que permanecem sob custódia da perícia para os procedimentos técnicos cabíveis”, informou a Polícia Civil de Minas Gerais.
Após a ocorrência, o homem se estregou à Polícia Civil.
No Brasil, maltratar, ferir ou mutilar animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. Quando a violência envolve cães ou gatos, a legislação é ainda mais rigorosa devido à Lei Sansão: a punição varia de dois a cinco anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda do animal. Por ser um crime grave, o agressor pode ser preso em flagrante. Se o ato resultar na morte do bicho, a pena é aumentada em até um terço.
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A manifestação ocorreu por meio da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que reúne mais de dois mil delegados.
Durante o período em que permaneceu com o órgão suíno, o paciente não precisou de diálise, o que permitiu aguardar a disponibilidade de um rim humano.
Réu trabalhava como motorista da vítima, uma portuguesa de 70 anos, e não poderá recorrer da decisão em liberdade.
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