Imagem ilustrativa de um homem segurando um adolescente a força. Foto: Freepik
Um professor voluntário foi preso após ser acusado de estuprar um adolescente de 14 anos dentro de um centro comunitário infantil na Ilha do Maruim, em Olinda, Região Metropolitana do Recife.
O nome do suspeito é Eduardo da Silva França, de 53 anos. De acordo com a polícia, ele dava aulas de reforço para o menino há pelo menos três anos.
A advogada de defesa do adolescente afirmou que o menino recebeu uma mensagem do seu professor na tarde da sexta-feira, 24 de janeiro, pedindo para que ele fosse em uma aula de computação no centro comunitário.
Após o adolescente chegar no local, o professor trancou a porta da sala de informática e praticou sexo oral à força no adolescente.
Segundo a advogada, o menino ainda tentou fugir para pedir socorro, porém não teve sucesso. O adolescente só conseguiu sair da sala quando o próprio professor permitiu.
Assim que chegou em casa, o menino contou toda a história a mãe. Ela ligou para o professor, que não atendeu, e acabou indo na casa para conversar com a família da vítima.
Ainda de acordo com a defesa do adolescente, o professor pediu desculpas e prometeu que nunca mais iria o caso iria se repetir. Além disso, o educador também solicitou que a mãe do menino não fosse a polícia, pois ele cuidava da sua mãe, que era idosa e dependia dele.
Quando o professor foi embora, a mãe do menino foi até a Delegacia do Varadouro e fez a denúncia. Segundo a polícia, o professor foi preso na casa de um parente, no bairro de Salgadinho, em Olinda.
Em nota enviada à imprensa, a Polícia Civil confirmou a prisão em flagrante do professor e informou que ele vai responder pelo crime de abuso de vulnerável.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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