O caso se encontra nas mãos da juíza Andréa Calado, da 12ª Vara Criminal do Recife, que a qualquer momento tomará decisão sobre o caso.
23 de setembro de 2024 às 11:00 - Atualizado às 11:10
Presos na Operação Integration prestes a serem soltos por recomendação do MPPE Imagem: Criação/Portal de Prefeitura
Cresce a expetativa pela soltura de Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra, além do empresário Darwin Henrique da Silva Filho, dono da casa de apostas Esportes da Sorte, após recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), na sexta-feira (20), por substituição das prisões preventivas por medidas cautelares, apontando excessos e lacunas no inquérito.
O caso se encontra nas mãos da juíza Andréa Calado, da 12ª Vara Criminal do Recife, que a qualquer momento tomará a decisão de soltar ou não, todos os investigados na Operação Integração.
Relembre na íntegra o posicionamento do MPPE sobre o caso:
O Ministério Público de Pernambuco, após minuciosa análise dos autos da investigação denominada “Operação Integration”, concluiu que, no momento, para embasar a acusação formal seriam necessárias algumas diligências complementares às que já foram levadas a efeito pelo Polícia Judiciária do Estado de Pernambuco.
O requerimento de novas investigações, detalhadas no corpo da manifestação já lançada nos autos do PJE respectivo, não descuida da manutenção de algumas medidas cautelares já deferidas e impostas, sem prejuízo de que outras possam ser aplicadas ao caso concreto. Assim, a juízo do MPPE, devem permanecer hígidos os atos processuais consistentes em buscas e apreensões de bens e valores, bem como as suas indisponibilidades.
Por evidente, as prisões preventivas já deferidas e executadas devem ser substituídas por outras cautelares de que trata o Código de Processo Penal, posto que o lapso temporal necessário ao cumprimento das novas diligências implicaria, inevitavelmente, em constrangimento ilegal.
No intuito de esclarecer, de forma convincente, os fatos sob investigação e individualizar, de forma clara, a conduta de cada um dos investigados, possibilitando o oferecimento da competente denúncia, necessária se faz a preservação do sigilo das diligências a serem empreendidas, razão pela qual não haverá, por parte do MPPE, qualquer outra manifestação sobre o assunto, neste momento.
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Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Após cometer o crime, que ocorreu em Suape, o homem fugiu na sequência e foi localizado pela polícia no Cabo de Santo Agostinho.
Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
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