Policial penal é preso após entregar maconha para detento no Presídio de Igarassu. Fotos: Divulgação
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização de Pernambuco informa que, por volta das 7h30 desta sexta, 13 de junho, policiais penais de plantão no Presídio de Igarassu (PIG) encontraram 165 gramas de substância análoga à maconha em posse do detento de iniciais I.M.A, após desconfiarem e realizarem uma revista pessoal.
Ao ser interrogado pela equipe de plantão, o detento declarou ter recebido o produto de um policial penal. De imediato, foram providenciadas as imagens internas que comprovaram a participação do servidor e do preso.
Ambos foram conduzidos pelos policiais penais ao Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) para providências cabíveis.
A SEAP reitera seu compromisso com a legalidade, a disciplina e a transparência no sistema penitenciário estadual e informa que está instaurando procedimento disciplinar para a devida responsabilização dos envolvidos.
A equipe de policiais penais do Presídio de Igarassu interceptou, na porta de entrada da unidade prisional, no dia 3 de junho, uma bandeja com 30 ovos contendo 210 gramas de substância análoga à maconha.
O produto foi identificado durante a entrega de mantimentos por familiares de detentos, usando o scanner de objetos. De imediato, foi acionada a equipe do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) para providências cabíveis.
O entregador da encomenda, que declarou ter recebido a quantia de R$ 10,00 pelo serviço, foi preso em flagrante. Já o detento destinatário da droga havia sido liberado por alvará de soltura. A ocorrência segue sob investigação do Denarc.
A ação no PIG faz parte dos procedimentos e protocolos de segurança internos adotados pela SEAP para coibir e evitar a entrada de materiais ilícitos e proibidos nas unidades prisionais do estado.
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20:09, 13 Fev
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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