O criminoso, que não teve o nome divulgado, também é acusado de ter abusado sexualmente da enteada, de 11 anos de idade, além de armazenar fotos e vídeos com o conteúdo da menina e de outras crianças.
Abuso Sexual Infantil. Foto: Ilustrativa
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na sexta-feira, 25 de outubro, um dos maiores armazenadores de pornografia infantil do Brasil, em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro.
De acordo com a polícia, ele vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável e produção e armazenamento de fotografias e vídeos contendo cenas de nudez e sexo explícito envolvendo criança, todos na forma da Lei Maria da Penha.
O criminoso não teve o nome divulgado. Ele é acusado de ter abusado sexualmente da enteada, de 11 anos de idade, além de armazenar fotos e vídeos com conteúdo de pornografia infantil, da menina e de outras crianças.
A prisão foi efetuada por policiais civis da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Nova Friburgo. As investigações começaram após denúncia da mãe da vítima, até então companheira do acusado, que encontrou uma foto de sua filha no notebook da família.
Durante as diligências, foram encontrados mais de 400 mil arquivos, entre fotos e vídeos, de crianças e adolescentes em cenas de nudez e de sexo, armazenados em um pendrive.
Foram apreendidos um notebook, um telefone celular e 54 DVD que ainda serão analisados. Conforme o relato da polícia, diante do extenso conteúdo probatório obtido, o homem teve a prisão preventiva decretada.
O pastor evangélico Agnaldo Betti, de 58 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) sob a acusação de compartilhar vídeos de pornografia infantil pela internet. No momento da prisão, o suspeito estava em casa, na cidade de Valinhos, no interior de São Paulo.
Segundo a PF, o homem já havia sido indiciado anteriormente pelos mesmo delitos, mas continuou a "adquirir e compartilhar" diversos vídeos e fotografias contendo cenas de violência sexual infantojuvenil.
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém, em Campinas, disse ter suspendido a sua filiação.
A operação policial deflagrada em julho deste ano recebeu o nome Escudo da Inocência. Os crimes apurados, de acordo com a instituição, têm penas somadas de até dez anos de prisão.
O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Juíza Federal Valdirene Ribeiro de Souza Falcão, titular da 9ª Vara Criminal Federal de Campinas, após manifestação favorável do Ministério Público Federal.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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