Drogas e fuzil apreendidos pela Polícia Militar. (Foto: Divulgação/ Polícia Militar de Pernambuco)
Durante rondas na madrugada desta quarta-feira, 9 de setembro, no bairro de Boa Viagem, no Recife, policiais militares da CIPMoto receberam informações sobre um imóvel onde indivíduos estariam armazenando drogas e uma arma de grosso calibre.
Chegando ao endereço, os PMs encontraram cerca de 2,2kg de maconha, 260g de crack e um fuzil. No momento da chegada das equipes nenhum suspeito foi localizado. Todo o material ilícito foi apreendido e entregue à DP do bairro.
Policiais militares do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) apreenderam 290 porções de maconha prontas para comercialização na noite desta terça-feira, 8 de setembro, no bairro de Areias, na Zona Oeste do Recife.
A ação foi realizada por equipes do Tático após os policiais receberem informações sobre uma possível entrega de material ilícito em uma das ruas do bairro. Diante da denúncia, o efetivo realizou uma campana no local.
Durante a operação, três suspeitos foram avistados pelos policiais. Ao perceberem a aproximação da guarnição, no entanto, eles fugiram em direção a uma área de mata e não foram localizados.
Após a fuga dos suspeitos, os policiais realizaram uma varredura pelo trajeto utilizado pelo grupo. Durante as buscas, uma sacola preta foi encontrada com o material.
No interior da sacola, foram apreendidos 750 gramas de maconha, além de 290 invólucros da droga já preparados para comercialização. Os policiais também encontraram três balanças de precisão.
Todo o material recolhido durante a ação foi encaminhado à Central de Plantões da Capital, onde a ocorrência foi registrada. Até o momento, nenhum suspeito foi localizado. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.
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Durante a operação, três suspeitos foram avistados pelos policiais. Ao perceberem a aproximação da guarnição, no entanto, eles fugiram em direção a uma área de mata e não foram localizados.
A influencer foi denunciada e tornou-se ré sob a acusação de praticar crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Cinco delas vão responder por homicídio triplamente qualificado, sendo que quatro estão presas.
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