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Polícia desmancha organização por fraudar boletos bancários, na RMR e pede bloqueio de R$ 5.800.000

Dois mandados de prisão e oito de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos na capital pernambucana, Olinda e Paulista.

Gabriel Alves

06 de novembro de 2024 às 08:54   - Atualizado às 09:26

Dinheiro apreendido e políciais durante operação.

Dinheiro apreendido e políciais durante operação. Fotos: Reprodução. Edição: Portal de Prefeitura

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) deu início na manhã desta quarta-feira, 6 de novembro, à Operação “Argos”, a 56ª Operação de Repressão Qualificada de 2024. Coordenada pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e sob a liderança das delegadas Viviane Santa Cruz, Stephanie Almeida e Lígia Cardoso, da Delegacia de Polícia de Repressão ao Estelionato (DPRE), a ação visa desarticular uma associação criminosa especializada em furto mediante fraude e lavagem de dinheiro. Os investigados adulteravam boletos bancários.

As investigações começaram em julho de 2022 e resultaram na expedição de dois mandados de prisão e oito de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Recife, Olinda e Paulista, todas na Região Metropolitana, além da indisponibilidade de bens e bloqueio de ativos financeiros, totalizando mais de R$ 5.800.000. Todas as medidas foram autorizadas pela Terceira Vara Criminal de Olinda.

A operação conta com o apoio de 60 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, e é reforçada pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD) e pelo Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE).

Pernambuco: polícia desmantela organização envolvida em tráfico e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), em parceria com a Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou no dia 10 de outubro, a 52ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada "Expugna".

A ação é parte do Projeto Impulse, que integra o Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC/MJSP), com o objetivo de fortalecer o combate às organizações criminosas por meio da cooperação entre as polícias civis.

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A investigação, que teve início em setembro de 2020, busca desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Nesta fase da operação, estão sendo cumpridos 20 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão domiciliar, além do sequestro de bens, bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pela Vara Criminal de Surubim.

A operação mobilizou um total de 160 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, e contou com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE), da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Grupamento Tático Aéreo (GTA/SDS-PE), além das Polícias Civis dos estados de São Paulo e Paraíba.

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